26 de janeiro de 2010

Filme – Amor sem Escalas




Duas horas olhando para George Clooney. Nada mal, hein?! Pois bem, eu vi, neste último fim de semana, o filme Amor sem Escalas, estrelado por Mr. Clooney.

O filme conta a vida solitária de um homem que trabalha viajando por todo a país norte-americano. Só que ele não percebe o quão solitário ele é, pois acha que não ter um lugar pra chamar de casa, não participar das alegrias e tristezas da família é uma maravilha. A personagem acha que a vida perfeita é viver em hotéis e dentro de avião, acumulando milhas.

No decorrer da história, ele tem de lidar com certas situações a que ele não está acostumado.

Acredito eu que a ideia é mostrar o quanto as pequenas coisas do dia a dia são importantes para gente, que não devemos viver sozinho e que as relações (tanto familiares, como amorosas e de amizade) são imprescindíveis.

É um ótimo filme, mas, PRA MIM, é um pouco monótono, arrastado.

O filme foi indicado a seis categorias do Globo de Ouro: melhor drama, melhor roteiro, melhor diretor (Jason Reitman), melhor ator em drama (George Clooney) e melhor atriz coadjuvante (duas indicações – Vera Farminga e Anna Kendrick). Ganhou a estatueta de melhor roteiro.
Alguém já viu o filme?

ServiçoAMOR SEM ESCALAS
Título original: Up in the Air
Duração: 109 minutos
Gênero: Drama
Direção: Jason Reitman
Ano: 2010
Elenco: George Clooney, Vera Farminga, Anna Kendrick

4 comentários:

  1. O Artur Xexéo tb não gostou, mas por outro motivos! A crítica ao filme está no Segundo Caderno de quarta-feira, 27/01.

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  2. Li agora a crítica do Artur Xexéo. Realmente, haja merchandising. Pior do que novela da Globo.

    E eu tb não achei lá grandes coisas da atuação do George Clooney, não. E olha q a crítica oficial do jornal diz q percebemos as nuances em sua intepretação. Juro q pensei q fosse uma tapada por não ter percebido...

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  3. Ainda não vi, mas deve ser interessante. Assim q puder, irei ver. Beijos!

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  4. Ih, não sei se vejo ou não. Já não estava muito empolgada, quando a crítica elogia muito é sinal que o filme é meio filosófico demais.

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