23 de abril de 2010

Manoel e Juaquim - bar e botequim

Ser mal tratada está entre as cinco coisas que eu mais odeio na vida. Não tenho o menor talento para saco de pancadas! E quando você está pagando por um serviço, então? Pior ainda. Acho o fim. Por isso, preciso dizer que testei na última quarta-feira, 21, o Manoel e Juaquim - bar e botequim da rua República do Peru esquina com Avenida Atlântica, em Copacabana e...reprovadíssimo.

Entrada
Um péssimo atendimento se revela logo nos primeiros minutos. Era noite, feriado e o bar não estava lotado, mas cheio. Chegamos (eu e o respectivo) e demos aquela olhada para achar a mesa. Nenhum garçom se ofereceu para nos ajudar. Já achei estranho, mas, beleza, eles estavam...ocupados. Achamos uma mesa e sentamos. Contem no relógio 5 minutos até que algum garçom resolvesse nos atender. “Pescamos” um desavisado e pedidos duas coisas simples (porque já tínhamos percebido que o negócio tava complicado): um chopp e uma caiprinha. Acho que ali rola aquela coisa de “vez”, como nas lojas. Sabe o que ele vez? Repassou o pedido para um outro garçom. Já me deu arrepios. O chopp chegou logo, mas a caipirinha demorou o tempo suficiente para o chopp ficar quente.


Prato principal
Na mesa ao meu lado, sentou-se um casal de gringos, falando espanhol. Não pareciam ser amigos de ninguém, mas foram prontamente atendidos pelo garçom (que, aliás, falava um portunhol péssimo!!! Podiam pagar um cursinho para o rapaz, né?) e ainda ganharam a visita do gerente à mesa. Legal.

Saideira
Pedir um outro chopp ou qualquer outra bebida estava beeeeeem difícil, então, já que eu não podia beber, resolvi comer. Pensei: vou pedir uma coisa simples para facilitar. Pastel. Só dois e de queijo. Vinte minutos depois, perguntamos ao garçom a que horas chegaria o pedido: “Vou cobrar para o senhor”. Depois disso, juro!, contem mais 15 minutos. Era o suficiente. Meu dinheiro não é capim e o que não falta é bar bom em Copa. Pedi a conta e junto com ela vieram...os pastéis! E uma explicação do garçom “É que eles são feitos lá em cima, por isso demoram”. Mas, lá em cima aonde, no Cristo Redentor? Claro que não comi nada e fui embora.

Há um tempo era fã de carteirinha deste bar. Frequentei várias filiais: Tijuca (que eu acho que não existe mais), Largo do Machado, Copacabana, Barra da Tijuca. Comida ótima (o pastel, principalmente), chopp gelado e atendimento atencioso e educado dos garçons. Eu não tinha do que reclamar e até indicava o bar para quem não conhecia, mas a experiência da última quarta-feira coloca o Manoel e Joaquim na lista dos "só vá se não se importar com mal atendimento".




4 comentários:

  1. Odeio ser mal atendida, tbm quem é que gosta? rs Mas, nesse caso é uma raiva que me deixa realmente alterada!

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  2. Aff, aff, aff! Fico irritada só de ler esse post. Tenho horroooooor de ser mal atendida. Vou passar longe de lá!

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  3. Acho que no Rio de Janeiro, os donos de estabelecimentos não dão muito valor ao atendimento ao público. Incrível como vez ou outra encontramos funcionários de mal humor, desinformados...Chato!

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  4. Parece que os donos acham interessante fazer isso. Aposto que os amigos deles, quando vão, são muito bem atendidos. Eles poderiam mandar um amigo chegar lá e não dizer que conhece o dono. Talvez assim eles se sensibilizassem.

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