14 de julho de 2015

Seriado Grace and Frankie

Criado por Marta Kauffman (F.R.I.E.N.D.S.) e Howard J. Morris (My wife and kids ou Eu, a patroa e as crianças), Grace and Frankie é uma série original exibida pela Netflix. 

Grace e Frankie são duas mulheres com comportamento, gostos, ideais, a vida em si, completamente opostos. A única coisa que elas têm em comum é o fato de seus maridos serem sócios, por isso elas precisam conviver em alguns eventos e reuniões. Além de estarem na terceira idade – que não é o foco da trama, ou seja, não há uma obrigação de levantar a bandeira da 3ª idade.

O que elas não esperavam é que seus maridos fossem homossexuais e mantivessem um caso há 20 anos. Os respectivos resolvem revelar o relacionamento às mulheres para viverem plenamente. As duas reagem de maneiras diferentes, mas acabam fugindo pro mesmo lugar: a casa de praia que os maridos compraram juntos.

Obrigadas a conviver, as diferenças, a dor pelo o que estão passando e, sim, algumas afinidades vêm à tona. Esse choque de identidade é que conduz a trama.

Eu ainda estou na metade da série (são 13 episódios disponíveis no Netflix). Tenho a sensação que Grace and Frankie tem tudo para engrenar, mas não conseguiu sair do raso. Os roteiristas ainda estão um pouco perdidos sobre como contar a história dos novos pares. Dá claramente a entender que os maridos são apenas “muletas” para que a história exista e avance, mas eles possuem uma trama paralela (é um novo casal vivendo sobre o mesmo teto, e as manias do dia a dia e afloram), além dos filhos – que são jogadas umas dicas como se eles tivessem um passado meio estranho, mas ficam soltas.
 

Enfim, são várias histórias, mas que nenhuma ainda (até o episódio 5) não foi bem explorada (só as situações diárias entre Grace e Frankie: uma é hippie, outra é mais moderna. Uma é natureba, outra é mais tecnológica. Esse “choque cultural” é bastante visto e cutucado.).

As atrizes principais estão ótimas. Jane Fonda (a Grace) e Lily Tomlin (Frankie) passam muito bem, no jeito de cada personagem, sua dor em ver a vida dando uma reviravolta. Como “apoio”, ainda temos Martin Sheen e Sam Waterston (que está muito bem como o inseguro e romântico Sol).

Vou ver os episódios restantes torcendo para que a série engrene. Até porque a segunda temporada já foi confirmada para 2016.

Testado por Rafaela

4 comentários:

  1. Eu vi 3 episódios, mas foi só e não tive interesse de ver mais. O elenco é ótimo, mas não me apeguei. Não é drama, mas não achei comédia, sei lá.

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    1. Pois, é, Vanessa. Estou no episódio 9, não consegui assistir direto, como geralmente faço. Acho que falta alguma coisa pra deslanchar; ainda não sei o que é. Eles estão introduzindo os filhos, mas de forma muito solta ainda.

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  2. Eu vi alguns episódios, mas não me empolguei. Achei os diálogos entre as duas protagonistas muito chatos e repetitivos, sem novidades.

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    1. Verdade, elas rodam no mesmo assunto. Nos episódios 8 e 9, a história delas avança, a dos maridos continua a mesma. Meio chatinho...

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