5 de abril de 2017

COLUNISTA: Filme A Bela e a Fera

Disney é o meu calcanhar de Aquiles. Então essa “crítica” é pessoal. Mas vou tentar maneirar e não colocar tudo num lindo mar de rosas vermelhas. Bela e a Fera não é somente um musical, como também é uma adaptação sem tirar e nem por do filme lançado em 1991.

Então foi algo que agradou aos fãs do filme e os adultos que cresceram com a animação e estavam ansiosos com o Live Action. E a divulgação em torno também só contribuía para o furor causado. Tanto que eu fui ver um dia logo após da estreia, e tive a grande surpresa depois do filme ao ver que podia tirar foto com os personagens – claro pessoas caracterizadas.

Com algumas mudanças, e algumas músicas que eu não conhecia – como a cantada pela fera – Bela e a Fera consegue ainda subir no nível de emoção, principalmente nos empregados do castelo. Não tem como não simpatizar e depois se pegar derramando algumas lágrimas no decorrer do longa. A caracterização dos atores convence e dá para se perceber o quanto eles estão incorporados aos seus personagens. O arrogante Gaston e seu amigo – fofo – Elfon protagonizam uma das melhores performances durante seu dueto musical. Algumas histórias – como o passado dos pais de Bela e a família da própria Fera – são explicadas neste Live Action. Com isso, as pontas soltas e curiosidades são saciadas neste filme. 


Momentos arrepiantes: a parte do jantar e a dança do baile, como não se arrepiar com a música, que felizmente não era a versão cantada pela Ariana Grande com John Legend.

Bela e a Fera só é contra indicados para aqueles que não gostam de musical. Porque sim, tem música e é uma copia perfeita do desenho. Como se você fechasse os olhos e visse que os personagens se tornaram de carne e osso, ou quase isso, no que diz respeito aos empregados enfeitiçados, como o castiçal e o relógio.

XOXO

Mia Fernandes.

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